terça-feira, 18 de setembro de 2007

Dias sem fim...

Um orvalho se mistura à flor do campo.
É um manto que agasalha a areia que rola em seu caminho.
Um espinho que se desnuda, partindo em seu cansaço.
Um regato dispersando, entre céu e terra, todo o seu mistério.
Um mundo velho de braços atados em dias sem fim.

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