Um orvalho se mistura à flor do campo.
É um manto que agasalha a areia que rola em seu caminho.
Um espinho que se desnuda, partindo em seu cansaço.
Um regato dispersando, entre céu e terra, todo o seu mistério.
Um mundo velho de braços atados em dias sem fim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário