sexta-feira, 27 de maio de 2011

Se pudesse escrever como Mario Quintana...

Ah! Pudesse eu ter uma pequena parte dessa compreensão e fizesse dessa partícula uma degustação inestimável... Tornasse meus pensamentos um pouco menos efêmeros e com eles talvez saciasse a minha sede de saber.
Será que eu poderia anestesiar certas torturas a que me condeno e ficar mais vivo, entre tantos devaneios e ilusões com os quais preparo o meu cenário?

Ah! Pudesse eu ter uma pequena visão desse horizonte e encontrasse um universo nesse grão de areia em que se resume o meu... Combinasse meus pensamentos, um tanto quanto indiferentes, e neles talvez se consolidasse o meu anseio de paz.
Será que eu encontraria um pedaço de mar para navegar e poder partir para um destino desejado e quem saber ancorar entre tantos caminhos, num porto seguro para descansar?

São tantas latitudes e longitudes. Tantas atitudes e vicissitudes...

terça-feira, 24 de maio de 2011

A sutileza de ver o tempo passar...

Não corrigiria frase ou enlace que fosse perene
Não sei se houve ventos ou intentos a me levar mais longe
Só havia energia e a alegria de matar minha sede
Em formas de coragem ou viagem que levassem distante

Pois de tão ocultos ou absurdos que fossem os desejos
Assim, enganaria e negaria as frases imperfeitas
Seriam intenções e suposições diante dos medos
Mal intencionadas e devotadas palavras desfeitas

Contemplaria uma lembrança ou esperança, 'inda carente
A espera de um milagre ou a dor, quem sabe, ainda invisível
A porta, um caminho ou descaminho, seria de repente
Ante o passado imultável e estável, tão incorrigível

Não importa o conceito ou preconceito que tenha existido
Bastaria querer um começo ou recomeço pra chamar
Sem um tempo certo ou incerto em fazer o que era preciso
Apenas desejava a ação e a reação pra reiniciar